Em 2027 as casas devem continuar a valorizar, mas a um ritmo mais calmo. A S&P prevê uma subida de 5,5% em Portugal, depois de cerca de 10% em 2026.
Em 2027 as casas devem continuar a valorizar, mas a um ritmo mais calmo. A S&P prevê uma subida de 5,5% em Portugal, depois de cerca de 10% em 2026. Os juros devem descer ligeiramente e o Orçamento do Estado traz alguns alívios fiscais.
O que esperar:
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Juros: a Euribor a 12 meses chegou perto dos 2,95% no verão de 2026. Os analistas só esperam descidas em 2027, e pequenas, por isso convém fazer contas com juros perto dos atuais.
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Preços: a subida abranda, mas não há sinais de quedas. A falta de casas mantém os preços sustentados, sobretudo onde a procura cresce.
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Jovens: a isenção de IMT e Imposto do Selo na primeira casa continua e o limite sobe 2,3%. A garantia pública para financiar até 100% deve manter-se, mas o prolongamento ainda não foi formalmente decidido.
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Senhorios: a taxa de IRS de 10% sobre rendas e os incentivos ao arrendamento acessível tornam o investimento para arrendar mais interessante.
Onde estão as oportunidades:
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Cidades médias em crescimento, como Santarém, com preços abaixo de Lisboa, população a aumentar e investimento novo, como o Hospital da Luz.
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T1 e T2 para arrendar a profissionais e jovens, onde a procura é maior.
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Casas a precisar de obras, compradas abaixo do valor de mercado e valorizadas com a reabilitação.
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